É uma data celebrada particularmente por Comunidades Bahá ís. Atualmente são 24 os países que fazem esta celebração: Albânia, Alemanha, Áustria, Austrália, Bulgária, Canadá, Congo, Finlândia, Hong-Kong, Índia, Irlanda, Itália, Lituânia, Liechtenstein, Nova Zelândia, Noruega, Panamá, Portugal, Reino Unido, Eslováquia, Suécia, Suíça, Tasmânia e Vanuatu. No Brasil, o dia 21 de janeiro, é também assinalado como o "Dia nacional de combate à intolerância religiosa" instituído em 2007, com o objetivo de "constituir um momento de reflexão sobre as diferentes opiniões referentes a todo tipo de intolerância e discriminação por questões religiosas no Brasil". A data foi escolhida em homenagem a uma líder religiosa soteropolitana, Mãe Gilda, que faleceu em 2004. No Brasil, há um conjunto de atividades programadas para Brasília em que participarão entidades ligadas à luta pelos direitos humanos e organizações de cunho religioso. O programa será cultural e lembrará as vítimas das fortes chuvas ocorridas no Rio de Janeiro. | ||||
| Fonte: Fátima Missionária | ||||
JUFRA Pe. Zózimo
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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Combate à intolerância Religiosa
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Vamos orar minha gente!!!
"Todos os crentes em Cristo são convidados a unir-se em oração para testemunhar o profundo vínculo que existe entre si e invocar o dom da plena comunhão", foi o que disse o papa Bento XVI durante a catequese nesta quarta-feira, 19, na ocasião da Semana da Unidade dos Cristãos (Souc), celebrada pela Igreja no hemisfério norte. Inspirado no livro dos Atos dos Apóstolos, o tema da Souc 2011 é "Unidos no ensinamento dos apóstolos, na comunhão fraterna, na fração do pão e nas orações". A partir do deste tema, o papa elencou quatro características que definem a comunidade cristã de Jerusalém como lugar de unidade e amor. "Primeira característica, ser unida e firme no ouvir o ensinamento dos Apóstolos, depois na comunhão fraterna, na fração do pão e nas orações. Como disse, esses quatro elementos são ainda hoje as pilastras da vida de toda a comunidade cristã e constituem também o único fundamento sólido sobre o qual progredir na busca da unidade visível da Igreja", citou Bento XVI. Durante a catequese, o papa disse ainda que todos os cristãos têm responsabilidade comum diante do mundo e que a unidade se dá principalmente através da oração. "A oração é sempre a atitude constante dos discípulos de Cristo, isto é, aquela que acompanha a vida cotidiana em obediência à vontade de Deus". Na próxima terça-feira, 25, o papa vai presidir, em Roma, a missa que marca a conclusão da Semana de Oração, na Basílica de São Paulo Fora dos Muros. A cerimônia acontece na Solenidade Litúrgica da Conversão de São Paulo, quando estarão presentes representantes de outras igrejas e comunidades eclesiais de Roma. Semana da Unidade dos CristãosNo hemisfério sul, as celebrações começam na semana após a festa da Ascensão do Senhor e vai até o Domingo de Pentecostes. Na Europa, a Semana acontece entre 18 e 25 de janeiro, datas que marcam, respectivamente, a festa da Cátedra de São Pedro e a de São Paulo. A cada ano, o Conselho Mundial de Igrejas (CMI) convida os parceiros ecumênicos de uma determinada região do mundo para prepararem um texto simples sobre um tema bíblico. Em seguida, um grupo internacional de participantes patrocinados pelo CMI (protestantes e ortodoxos) e os católicos romanos editam este texto e garante que ele está relacionado com a busca de unidade entre as igrejas. O texto é publicado conjuntamente pelo Pontifício Conselho para Promoção da Unidade dos Cristãos e CMI, através de sua Comissão de Fé e Ordem, que também acompanha todo o processo de produção de texto. O material final é enviado às igrejas-membro e dioceses católicas romanas, que são convidadas a traduzir e contextualizar o texto para seu próprio uso. | ||||
| Fonte: CNBB | ||||
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
O preço de não escutar a natureza
Leonardo Boff* O cataclisma ambiental, social e humano que se abateu sobre as três cidades serranas do estado do Rio de Janeiro, Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo, na segunda semana de janeiro, com centenas de mortos, destruição de regiões inteiras e um incomensurável sofrimento dos que perderam familiares, casas e todos os haveres tem como causa mais imediata as chuvas torrenciais, próprias do verão, a configuração geofísica das montanhas, com pouca capa de solo sobre o qual cresce exuberante floresta subtropical, assentada sobre imensas rochas lisas que por causa da infiltração das águas e o peso da vegetação provocam frequentemente deslizamentos fatais. Culpam-se pessoas que ocuparam áreas de risco, incriminam-se políticos corruptos que distribuíram terrenos perigosos a pobres, critica-se o poder público que se mostrou leniente e não fez obras de prevenção, por não serem visíveis e não angariarem votos. Nisso tudo há muita verdade. Mas nisso não reside a causa principal desta tragédia avassaladora. A causa principal deriva do modo como costumamos tratar a natureza. Ela é generosa para conosco, pois nos oferece tudo o que precisamos para viver. Mas nós, em contrapartida, a consideramos como um objeto qualquer, entregue ao nosso bel-prazer, sem nenhum sentido de responsabilidade pela sua preservação, nem lhe damos alguma retribuição. Ao contrario, tratamo-la com violência, depredamo-la, arrancando tudo o que podemos dela para nosso benefício. E ainda a transformamos numa imensa lixeira de nossos dejetos. Pior ainda: nós não conhecemos sua natureza e sua história. Somos analfabetos e ignorantes da história que se realizou nos nossos lugares no percurso de milhares e milhares de anos. Não nos preocupamos em conhecer a flora e a fauna, as montanhas, os rios, as paisagens, as pessoas significativas que ai viveram, artistas, poetas, governantes, sábios e construtores. Somos, em grande parte, ainda devedores do espírito científico moderno que identifica a realidade com seus aspectos meramente materiais e mecanicistas sem incluir nela a vida, a consciência e a comunhão íntima com as coisas que os poetas, músicos e artistas nos evocam em suas magníficas obras. O universo e a natureza possuem história. Ela está sendo contada pelas estrelas, pela Terra, pelo afloramento e elevação das montanhas, pelos animais, pelas florestas e pelos rios. Nossa tarefa é saber escutar e interpretar as mensagens que eles nos mandam. Os povos originários sabiam captar cada movimento das nuvens, o sentido dos ventos e sabiam quando vinham ou não trombas d água. Chico Mendes com quem participei de longas penetrações na floresta amazônica do Acre sabia interpretar cada ruído da selva, ler sinais da passagem de onças nas folhas do chão e, com o ouvido colado ao chão, sabia a direção em que ia a manada de perigosos porcos selvagens. Nós desaprendemos tudo isso. Com o recurso das ciências lemos a história inscrita nas camadas de cada ser. Mas esse conhecimento não entrou nos currículos escolares nem se transformou em cultura geral. Antes, virou técnica para dominar a natureza e acumular. No caso das cidades serranas: é natural que haja chuvas torrenciais no verão. Sempre podem ocorrer desmoronamentos de encostas. Sabemos que já se instalou o aquecimento global que torna os eventos extremos mais freqüentes e mais densos. Conhecemos os vales profundos e os riachos que correm neles. Mas não escutamos a mensagem que eles nos enviam que é: não construir casas nas encostas; não morar perto do rio e preservar zelosamente a mata ciliar. O rio possui dois leitos: um normal, menor, pelo qual fluem as águas correntes e outro maior que dá vazão às grandes águas das chuvas torrenciais. Nesta parte não se pode construir e morar. Estamos pagando alto preço pelo nosso descaso e pela dizimação da mata atlântica que equilibrava o regime das chuvas. O que se impõe agora é escutar a natureza e fazer obras preventivas que respeitem o modo de ser de cada encosta, de cada vale e de cada rio. Só controlamos a natureza na medida em que lhe obedecemos e soubermos escutar suas mensagens e ler seus sinais. Caso contrário teremos que contar com tragédias fatais evitáveis. *Filósofo e teólogo | ||||
| Fonte: Revista Missões | ||||
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Beatificação do PAPA João Paulo II
| Segunda-Feira, 17 de Janeiro de 2011 - 17:21:10 | ||||
O Papa Bento XVI aprovou hoje a publicação do decreto que comprova um milagre atribuído à intercessão de João Paulo II (1920-2005), concluindo assim o processo para a sua beatificação. A sala de imprensa da Santa Sé anunciou, entretanto, que a cerimónia de beatificação vai decorrer a 1 de maio, domingo da Divina Misericórdia, no Vaticano, sendo presidida por Bento XVI. O milagre agora comprovado refere-se à cura da freira francesa Marie Simon Pierre, que sofria da Doença de Parkinson. A religiosa pertence à congregação das Irmãzinhas das Maternidades Católicas e trabalha em Paris, tendo superado, em 2005, todos os sintomas da doença de que sofria há quatro anos. A decisão abriu caminho, em definitivo, à beatificação do Papa polaco, que liderou a Igreja Católica entre 1978 e abril de 2005, quando faleceu. Bento XVI anunciou no dia 13 de maio de 2005, quarenta e dois dias após a morte de João Paulo II, o início imediato do processo de canonização de Karol Wojtyla, dispensando o prazo canónico de cinco anos para a promoção da causa. No dia 8 de abril desse ano, por ocasião da Missa exequial de João Paulo II, a multidão exclamou por diversas vezes "Santo subito" (Santo já). Em dezembro de 2009, o atual Papa assinou o decreto que reconhece as “virtudes heróicas” de Karol Wojtyla, primeiro passo em direção à beatificação. Recorde-se que, num caso semelhante, o de Madre Teresa de Calcutá, a beatificação aconteceu em 2003, também seis anos após a sua morte. A data escolhida para a beatificação recorda a celebração litúrgica mais próxima da morte de João Paulo II, que faleceu na véspera da festa da Divina Misericórdia, por ele criada em 2000. Como o próprio Bento XVI recordou, em 2008, durante o jubileu do ano 2000 "João Paulo II estabeleceu que na igreja inteira o domingo a seguir à Páscoa passasse a ser denominado também Domingo da Divina Misericórdia". João Paulo II tornou pública a sua decisão no âmbito da cerimonia de canonização de Faustina Kowalska (30.04.2000), religiosa polaca nascida em 1905 e falecida em 1938, "zelosa mensageira de Jesus Misericordioso". Os trâmites processuais para o reconhecimento do milagre aconteceram segundo as normas estabelecidas em 1983. A legislação estabelece a distinção de dois procedimentos: o diocesano e o da Congregação, dito romano. O primeiro realiza-se no âmbito da diocese na qual aconteceu o fato: O bispo abre a instrução sobre o pressuposto milagre na qual são reunidas tanto os depoimentos das testemunhas oculares interrogadas por um tribunal devidamente constituído, como a completa documentação clínica e instrumental inerente ao caso. Num segundo momento, a Congregação para as Causas dos Santos examina os atos processuais recebidos e as eventuais documentações suplementares, pronunciando o juízo de mérito. O decreto é o ato que conclui o caminho jurídico para a constatação de um milagre. É um ato jurídico da Congregação para as Causas dos Santos, aprovado pelo Papa, com o qual um fato prodigioso é definido como verdadeiro milagre. Quando após a beatificação se verifica um outro milagre devidamente reconhecido, então o beato é proclamado “santo”. A canonização é a confirmação, por parte da Igreja, que um fiel católico é digno de culto público universal (no caso dos beatos, o culto é diocesano) e de ser dado aos fiéis como intercessor e modelo de santidade. | ||||
| Fonte: Agencia Ecclesia | ||||
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